ENTREVISTAS E EXPOSIÇÕES ITINERANTES

ID: SER PORTUGUÊS

Participa e divulga o ID: ESPAÇO PÚBLICO. É uma oportunidade para se abordar uma série de questões através da recolha digital de testemunhos, usando diferentes formas de expressão e de amostragem.
O primeiro ID: ESPAÇO PÚBLICO é o ID: SER PORTUGUÊS, em que o ponto de partida é Portugal e a ideia de como se pode conhecer um povo.
Num modelo acessível, lançamos o repto a todos os que queiram participar. Como? Através de testemunhos, expressando o sentimento de ser português, hoje. Queremos interagir com muitas pessoas tendo como motivação e como referencial o potencial da arte.
As criações podem ter diversos formatos, suportes, meios, materiais e técnicas. Elas vão refletir uma visão, uma manifestação de identidade. Informa-te aqui como participar, é muito simples:
http://www.portugalentrepatrimonios.gov.pt/wp-content/uploads/2021/03/ser-portugu%C3%AAs-ID.pdf

ENTREVISTAS

Conheça esta coleção de entrevistas que pretende transformar testemunhos em diálogos. A intenção é através da leitura destas palavras, estimular um maior envolvimento de pessoas, grupos e comunidades em projetos culturais e em múltiplas experiências, transformando públicos em atores.
Atualmente estão em curso três entrevistas: Maria Eugénia Garcia, Luís Afonso e Teresa Magalhães. Já estão disponíveis online estas cinco:
Patrícia Nogueira – Entre a realidade e a ficção
Miguel Cheta / José Rui Martins / Rui Macário / João Dias – Experiências de arte participativa
António Faria – A importante ideia de melancolia
Jorge Pinheiro – Liberdade para experimentar
Cruzeiro Seixas – Como respirar.

Leia mais aqui: http://www.portugalentrepatrimonios.gov.pt/?p=195

EXPOSIÇÕES ITINERANTES

Estamos, lentamente, a pluralizar espaços participativos de aproximação à arte. Numa proposta de recombinação em rede, recorremos a um sistema dinâmico de exposições itinerantes concebidas/produzidas por parceiros.
Estão em curso três exposições distintas, promovidas por três parceiros – Fundação Coa Parque, GE e Loulé Criativo (CMLoulé):

CARTOON, UM MEIO PRIVILEGIADO DE EXPRESSÃO – Luís Afonso

No Museu do Côa, na Casa Azul em Torres Vedras e no Auditório Carlos Paredes em Vila Nova de Paiva e pelo país, o Cartoon é apresentado como um meio privilegiado e desafiador de expressão. De um modo subtil e através do trabalho de Luís Afonso, presta-se homenagem a todos aqueles que desde a pré-história até à atualidade, investiram e investem em gestos e em múltiplos tipos de experiências de registo, comunicação e criação. “O artista do momento: o homem do paleolítico – Cartoons, de Luís Afonso”.

DESENHO E FLORESTA – António Faria

O desenho é uma disciplina. Não no sentido de ser apenas uma disciplina escolar, mas de ser um modo de rigor de observação e síntese, de contenção e potência. Com os trabalhos de António Faria as árvores invadem os espaços expositivos – Museu do Coa, MNAC e outros. Em diferentes locais e com diferentes configurações, testemunham um modo de ver pessoal — como o silêncio ou a melancolia. Este projeto expositivo é complementado por conversas sobre o processo criativo e a experimentação de algumas das suas técnicas. “O desenho, força que nasce do silêncio” e “O elogio da melancolia”, de António Faria.

ARTE PARTICIPATIVA – Miguel Cheta

No CECAL, Centro de Experimentação e Criação Artística de Loulé, propôs-se a participação do espectador numa exposição aberta à educação, à colaboração e à cocriação com o artista Miguel Cheta. Não é uma exposição no seu sentido mais convencional, mas um dispositivo aberto que promove o encontro, fundindo o papel de fruidor e criador, evocando momentos da arte participativa. “Todos nós nascemos originais e morremos cópia – Entre a interrogação e a afirmação existe um espaço que a arte ocupa, de Miguel Cheta”.